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O que você vê, o que eu vejo – Isabel Scheid

Durante os duros dias da pandemia, quando acompanhávamos lives sobre os mais variados temas, aprendi a expressão “cegueira botânica”. Cegueira botânica é a incapacidde de perceber ou apreciar plantas no seu ambiente natural, por desconhecimento, desatenção, ou por estilo de

Parque de diversões – Tânia Pereira

segue o fluxo segue o fluxo, só isso não resolve porque tem a náusea e eu não consigo relaxar, não dá então vem a vontade de gritar mas são tantos gritos esganiçados  excitados que o meu desesperado não vai fazer

O tar do progresso – Raphael Cerqueira Silva

O mormaço penetra pela porta. Volta e meia uma galinha-d’angola larga as fraquezas no degrau de pedra que separa a casa do terreiro. Encarapitada no tamborete que foi do vô, brinco com a Marquesa, minha boneca de palha. Em silêncio,

Não olhe – Flávia Hartmann

Se você está lendo esta crônica, deu certo o lançamento de nosso livro: Não Olhe para Trás. É a 13ª obra impressa do Santa Sede, supervisionada e organizada por Rubem Penz, idealizador desta iniciativa literária. O livro apresenta 81 crônicas

O médico e o monstro – Silvia Beatriz Alves Rolim

Quando lembro o susto naquele dia, imagino que se fosse em noite de lua cheia, não haveria outro local senão uma igreja para rezar até amanhecer. Por instantes, foi a visão do inferno. Diagnosticada com uma hérnia de disco, cirurgia

Carta a uma menina – Tânia Pereira

Não sei se você já sabe ler. Talvez sim, pois seus olhos tem o brilho da inteligência e o frescor da curiosidade. Sua boca não pude conhecer, mas suspeito que seja bonita e convide a um sorriso alegre e a

Mesa de Sinuca – Zorday Prati

O brilho das bolas coloridas, o cheiro fascinante de cigarro e do álcool. O pano verde, como um palco iluminado. Os tacos, lanças de madeira em mãos de guerreiros embriagados e a grandeza dos salões do Clube Comercial de Bagé.

Neusa – por seu amigo Fernando

A Academia Brasileira de Letras recomenda que o nome Neusa seja grafado com S, pois, pela regra, usa-se S após ditongo. Essa pra mim é nova. O nome, aliás, é popular no Brasil e tem origem incerta, mas algumas teorias

Quando o Canecão Fechou – Rossana Pasquale Fantauzzi

O Canecão foi uma casa de espetáculos no coração da Zona Sul do Rio para onde a maior parte da minha ínfima mesada de adolescente era direcionada a partir da segunda metade dos anos 70 para eu ver, praticamente de

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