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Coluna da Marta

Marta Schlichting

Você tem fome de quê?

Comecei o ano questionando que metas eu gostaria de ter em 2026, embora eu implique um pouco com a expressão “metas”, porque ela me remete à alta performance e produtividade. Na minha vida pessoal me dou ao direito de ter

Gente é pra brilhar, não pra morrer de fome

“ (…) Gente quer comer, gente quer ser feliz Gente quer respirar ar pelo nariz Não, meu nego, não traia nunca essa força, não Essa força que mora em seu coração (…)” Na contagem regressiva para 2026, ressoa aqui essa

Nem as mães são felizes, Cazuza

Comecei a ler “Coração sem Medo” – o mais novo livro do premiado escritor Itamar Vieira Jr – em um sábado. Três dias depois já estava finalizando esta obra intensa e bem escrita, quando aconteceu a megaoperação policial no Rio

Paris, Texas 40 anos depois

Uma obra-prima! Não há outro adjetivo possível para descrever “Paris, Texas” , filme de 1984 relançado nos cinemas na última semana de setembro,  em 4K. Vencedor da Palma de Ouro em Cannes, naquele ano, o longa do icônico diretor Wim

A vida para além da casa e do trabalho

Há algumas semanas atrás, entrevistando um psiquiatra para uma matéria que em breve estará disponível no portal Nosso Bem Estar (www.nossobemestar.com) – perguntei a ele se o cérebro percebe os encontros presenciais de forma distinta dos virtuais. Ele foi categórico

Você Mente?

Uma grande amiga, jornalista e escritora brilhante, a Helena Terra, publicou uma crônica na  plataforma Sler (www.sler.com.br) que me inspirou a também escrever sobre mentiras, claro que de forma distinta da minha amiga. Sugiro a leitura do texto da Helena

Que mau humor é este?

Pra começo de conversa – ou de leitura – quero confessar que não sou a pessoa mais bem humorada do mundo. Não acordo pulando num pé só, ao contrário, sou lenta e quieta, só depois pego no tranco. Sei que,

As Nonnas me salvaram

Noite de sexta-feira, um frio congelante e eu exausta de uma semana em que as notícias nacionais e internacionais fizeram o possível para que eu perdesse a fé na humanidade. Para salvar o meu humor lembrei daquela máxima: descanse, mas

Onde andam os homens?

Outro dia acompanhei um debate – dentro da segunda edição da Feira do Livro Reconstrói RS, no Instituto Ling, em Porto Alegre – que reforçou algumas questões que têm me inquietado. A conversa tinha como ponto de partida a pergunta

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