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Mesa de Sinuca – Zorday Prati

O brilho das bolas coloridas, o cheiro fascinante de cigarro e do álcool. O pano verde, como um palco iluminado. Os tacos, lanças de madeira em mãos de guerreiros embriagados e a grandeza dos salões do Clube Comercial de Bagé.

Neusa – por seu amigo Fernando

A Academia Brasileira de Letras recomenda que o nome Neusa seja grafado com S, pois, pela regra, usa-se S após ditongo. Essa pra mim é nova. O nome, aliás, é popular no Brasil e tem origem incerta, mas algumas teorias

Quando o Canecão Fechou – Rossana Pasquale Fantauzzi

O Canecão foi uma casa de espetáculos no coração da Zona Sul do Rio para onde a maior parte da minha ínfima mesada de adolescente era direcionada a partir da segunda metade dos anos 70 para eu ver, praticamente de

Pecadores de consciência limpa – Elis R. Beltram

Os pecadores do mundo moderno vem repetindo incansavelmente os mesmos pecados desde os primórdios dessa vida terrena, quando Eva, que não tinha fome nem vontade de maçã, abriu as portas de um mundo de tentações. É o que dizem. Pois

Vida e Amor – Zorday Prati

Se eu não te amasse tanto, provavelmente andaria por este mundo de Deus à procura de você. Seria uma romaria inútil, pois você estaria aqui bem perto, mas longe do meu caminho. Eu sairia por aí em busca de aventuras,

2026 – Ricardo Largman

O lançamento do ChatGPT 10 forneceu a todos a certeza final, absoluta, de que a Inteligência Artificial teria superado a criatividade humana de todas as formas possíveis. Testes exaustivos em laboratórios comprovaram a capacidade das máquinas de redigir roteiros de

Jesus negã, sangue bã – Fernando Costa Gone

Quem já não morreu? Belchior fez refletir que ano passado falecemos e seguimos tipo zumbi, resistindo. Essa do zumbi é grifo meu. Eu, que tenho uma camiseta do querido cearense, duas do Radiohead e 10 do Bob Dylan, ainda estou

Andarilha – Bettina Lauterbach

Temos uma incrível capacidade de nos adaptar às rotinas e operar em modo automático. Aquela história da música, todo dia ela faz sempre tudo igual… Até chegar o dia em que nem tudo é igual. Gostávamos de caminhar por aí

Por quê? – Heidi Lauterbach

Por que não pensei nisto antes? Porque quando chove ou dá neblina, a gente fica com receio de ir até Canela, porque a estrada fica escorregadia, porque tem turistas perdidos na neblina atrapalhando o trânsito, porque é dificil subir a

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